Texto provisório, ainda por aprovar pelo Bruno.
Feito para durar.
Desenho a partir da execução: projeto o que sei que se constrói e acompanho até à última peça instalada.
Casas para ficar. Lugares com identidade.
Trabalho em design de interiores desde 2011. São mais de 15 anos de projetos residenciais e comerciais, no Brasil e em Portugal.
Projeto casas para quem as constrói para ficar, e lugares que precisam de identidade própria e não do estilo de uma franquia: lojas, clínicas, escritórios. Desenho cada decisão a pensar em quem a vai executar. E não entrego o projeto para desaparecer. Acompanho a obra até à última peça instalada.
Não desenho a partir do que está a dar.
Um espaço que segue a moda envelhece com ela. Parto de quem lá vai viver ou trabalhar, e do lugar, e é daí que vem o que cada projeto tem de próprio. Se fizer exatamente o que o cliente espera, ele não precisa de mim.
Dois países, o mesmo projeto.
Construí a carreira no Brasil e vivo em Portugal desde 2018. Formação em Design pela Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa.
Trago dos dois países o que cada um faz melhor. Do Brasil trago a forma de receber e a liberdade de misturar referências. De Portugal, o rigor e o respeito pelo que dura.
O que já está feito.
Em Lisboa. O Green Apartment, na Penha de França.
No Palácio Estoril. Desde 2024 sou um dos profissionais convidados a criar uma mesa de autor na Festa das Mesas, no Hotel Palácio Estoril. As mesas não se repetem. O que têm em comum é a forma de trabalhar: juntar peças com história, natureza e o que se faz à mão, até a mesa contar uma história só. A 7 de novembro de 2026 apresento a terceira.
«Já se passaram alguns anos e nem as cores eu quero mudar.»
Dr. Wilson Almeida, cirurgião plástico, Ituiutaba (MG)
«Mesmo morando em Lisboa naquela época, não pensamos duas vezes em procurar o Bruno.»
Luís Patrão e Bethania, Uberlândia (MG). Três projetos em onze anos.
Um projeto começa sempre por uma conversa.
Conte-me o que tem em mente: a casa, o lugar, o prazo, ou só a vontade de mudar alguma coisa. Não precisa de ter tudo decidido, que é para isso que serve a primeira conversa. Respondo-lhe eu.